Sábado, 8 de Setembro de 2007
Publicações

Com o aproximar do ano lectivo, senti-me tentada a apresentar um qualquer manual escolar, mas face aos acontecimentos últimos das colocações, deixo como sugestão um qualquer diccionário de línguas traduzidos nas duas versões para que comecem a estudar, caso considerem seriamente a hipótese de emigrar ou complementar a formação no estrangeiro.

A maioria das editoras tem à venda desde o formato miniatura que cabe no bolso enquanto vai no metro, ou aos grandes volumes que ficam bem em qualquer estante da sala de jantar para dar aquele ar de intelectual. Os preços, também esses variam. Recomendo os mais baratos para a maioria dos nossos bolsos, já de si empobrecidos. 

 

publicado por musicacomacento às 17:01
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E novamente...as colocações

Escusada será, a tentativa de esclarecer a população em geral do descalabro que tomou conta da comunidade de professorado. Embora reconheça que tantos anos a  acontecer o mesmo, a maioria desta mesma população a quem me dirijo já se cansou e deixou mesmo de se interessar por este assunto tão "aborrecido", ou trata-o com banalidade. Tal não deveria ser: estamos a falar de famílias que ficam sem saber o que fazer das suas vidas. Famílias essas com contas para pagar, com filhos para dar de comer e vestir (ainda há quem ache que a vida de professor é boa). Para os felizes colocados, só resta a esperança de que durante o ano os alunos não lhes façam a vida negra nem que algum encarregado de educação  lhe vá dar uma sova por ter posto o seu educando de castigo (!!)E agora perguntam: "porque é que escolheram essa profissão?" E  pergunto eu: Os professores não fazem falta em Portugal? Aos ministros fizeram, para que eles tirassem os seus cursos, aos médicos para que nos curassem as doenças, aos advogados para que nos defendam, e aos nossos filhos para que sejam alguém na vida. Já agora  valerá a pena reflectir um pouco mais longe: Porque é que mantiveram os cursos de professores abertos após a saturação do mercado? Esse professores que agora sabem que não terão hipótese de dar aulas pagaram as suas propinas, perderam tempo (pelo menos 4 anos) das suas vidas com formação. Será que agora, para esses  que farão formação noutra área ou que mudarão radicalmente de profissão, o estado (ou as Universidades e Politécnicos) lhes  restituirá o seu dinheiro?

publicado por musicacomacento às 16:49
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